A árvore dos desejos
Por
Autor desconhecido
Uma vez um homem indiano estava viajando e, acidentalmente, entrou no paraíso.
E, no conceito indiano de paraíso, existem as "árvores-dos-desejos". Você simplesmente
senta debaixo dela, deseja qualquer coisa e imediatamente seu desejo é realizado
- não há intervalo entre o desejo e sua realização.
O homem estava cansado, e pegou no sono sob a árvore-dos-desejos. Quando despertou
estava com muita fome, então disse: "Estou com tanta fome, desejaria poder conseguir
alguma comida de algum lugar". Imediatamente apareceu comida vinda do nada.
Ele estava tão faminto que não prestou atenção de onde a comida viera - quando
se está com fome, não se é filósofo. Começou a comer imediatamente. A comida
era tão deliciosa.
Depois, tendo saciado a fome, olhou à sua volta e começou a pensar: "O que está
acontecendo? O que está havendo? Estou sonhando ou existem espíritos ao redor
que estão fazendo truques comigo?" E espíritos apareceram. E eram ferozes, horríveis,
nauseantes. E ele começou a tremer e um pensamento surgiu em sua mente: “Agora
vão me matar, com certeza....". E ele foi assassinado.
Esta é uma antiga parábola de imenso significado. Sua mente é a árvore dos desejos
- o que você pensa, mais cedo ou mais tarde se realiza. Às vezes, o intervalo
é tão grande que você se esquece completamente que desejou aquilo. Então, não
faz mais a ligação com a fonte. Porém, se você olhar profundamente, perceberá
que todos os seus pensamentos estão criando você e sua vida.
Lembre-se: os pensamentos criam seu inferno, criam seu paraíso. Criam seu tormento,
criam sua alegria. Eles criam o negativo, criam o positivo. Todos são mágicos.
E todos estão fiando e tecendo um mundo mágico ao seu redor. Ninguém o está
torturando, a não ser você mesmo. E uma vez que isso seja compreendido, mudanças
começam a acontecer. Então você pode dar a volta por cima, pode mudar seu inferno
em paraíso. É simplesmente uma questão de pintá-lo a partir de um ângulo diferente.
A responsabilidade é toda sua.
Texto circulando pela Internet. Autor desconhecido.
Publicado em 30/10/2004
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